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Laboratórios GNC
A Lisina
é um dos vários aminoácidos que o corpo precisa para o crescimento e
restauração dos tecidos.
Ela é classificada como um dos nove aminoácidos
“essenciais”, pelo fato de você precisar obter-la de fontes externas como
alimentos ou suplementos—em outras palavras o corpo não pode criar-la
sozinho.
Como todos aminoácidos, a lisina funciona com uma um dos blocos que
constroem a proteína Ela também tem o papel principal na produção de varias
enzimas, hormônios, e anticorpos que combatem doenças.
Muitos alimentos fornecem lisina, mais as fontes mais ricas até agora
incluem as carnes, peixes, e produtos laticínios (leite, ovos, queijo).
Pesquisadores estão explorando o valor da suplementação de lisina e o
consumo de alimentos ricos em lisina para diminuir o colesterol, melhorar a
performance atlética, e realçar a recuperação após uma cirurgia.
Alguns doutores e dentistas que são orientados nutricionalmente, recomendam
tomar (consumir) lisina durante uma erupção de
aftas,
para curar com mais rapidez. A causa exata destas pequenas, mas dolorosas
ulceras da boca ainda não foi descoberta, mas a maioria das pesquisas
indicam que um vírus é responsável. Entretanto, não houve quase nenhuma
experiência clinica usando lisina como um remédio para aftas.
A aplicação mais promissória da lisina é o seu uso na prevenção contra
dolorosas herpes que são tão desagradáveis à vista, causadas pelo vírus
herpes simples (HSV).
Especificamente,
a lisina pode ajudar a:
Impedir e aliviar o herpes. Empolgantes pesquisas por estas ultimas
décadas sugerem que a lisina pode ser útil no controle das infecções
relacionadas com o herpes simples. Há dois tipos deste vírus: o primeiro
tipo, que tipicamente causa bolhas ao redor da boca, e o segundo tipo, tende
a causar dores genitais. Entretanto, ambos dos vírus podem causar erupções
ao redor da boca ou nas partes genitais. Uma vez que uma pessoa é infectada
com este vírus, ela tem ele permanentemente. Ele pode não aparecer sempre ou
ficar inativo por um tempo, mas ele nunca vai embora. As erupções são
normalmente dolorosas e contagiosas.
Há
alguns anos atrás, pesquisadores descobriram que para que o vírus cresça
(replique), o vírus do herpes precisa de arginina, outro aminoácido comum.
(Alimentos ricos em arginina incluem o chocolate, amendoim, sementes,
amêndoas, grãos de cereais, gelatina, e passas.) A lisina compete com a
arginina para a absorção e entrada na células dos tecidos. Quando a lisina
já está presente, ela impede o crescimento do HSV suprimindo a arginina.
Isso faz com que uma dieta rica em lisina e com pouca arginina seja um
instrumento útil para lhe dar com as infecções de HSV. Em um estudo recente,
os participantes consumiram grandes quantidades de lisina (quase 1 grama
três vezes por dia), enquanto estavam restringiam comidas contendo fontes de
arginina. Um grande número dos participante (74%) perceberam uma melhorar em
suas infecções de HSV
e uma diminuição no número de erupções.
Os suplementos de
lisina (em contraste com os
alimentos ricos neste nutriente)
também podem atuar um papel importante na redução da seriedade do herpes.
Os resultados de uma experiência de seis meses envolvendo 50 pessoas indica
que a lisina é bem mais eficaz do que um placebo na prevenção do herpes. Os
participantes que receberam um placebo tiveram o dobro de infecções do que
aqueles que estavam tomando lisina. Além as herpes que se desenvolveram no
grupo que estava consumindo lisina eram mais leves, e saravam mais rápido do
que as erupções no grupo que usou placebo.
Os suplementos de lisina podem impedir as erupções de HSV nas pessoas que
sofrem cronicamente.
A
cura mais rápida das lesões de herpes zoster. Dolorosas bolhas de herpes
são causadas pela reativação do vírus da varicela-zoster, uma infecção que
começa como um ataque de catapora. Herpes zoster está bem relacionado ao
herpes simplex. A lisina atua um papel importante no tratamento da cura de
herpes zoster. Lembre-se que a maioria dos médicos usaram a terapia da
lisina juntamente com os medicamentos convencionais de antivírus como aciclovir
ou valaciclovir.
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